O Problema com os ‘Fósseis Vivos’: Uma Perspectiva Filogenética Molecular

Blog escrito por: gustavo burin

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Fóssil de caranguejo-ferradura (Museu de História Natural de Berlin)

Há alguns dias, me deparei com um interessante vídeo sobre os chamados “fósseis vivos”. O vídeo focou mais nos problemas de usá-los como argumentos contra a teoria da evolução, e aproveitei a oportunidade para falar mais sobre essas linhagens longevas.

Fóssil vivo‘ é um termo usado para descrever linhagens que acredita-se terem se originado há muito tempo e que mantêm características que se assemelham a seus parentes fósseis. Alguns exemplos bem conhecidos dessas linhagens são os Tuatara da Nova Zelândia (Sphenodon punctatus) e as árvores Gingkos (Gingko biloba).

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The Problem with ‘Living Fossils’: A Molecular Phylogenetic Perspective

post provided by: gustavo burin

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Fossil of a Horseshoe crab (Museum of Natural History Berlin)

A couple of days ago I came across a nice video (in Portuguese only, sorry) about so-called “living fossils”. The video focused on the problems of using them as arguments against evolution. But I’d like to take the opportunity to talk more about these long-lived lineages.

Living fossil’ is a term used to describe lineages that are thought to have been around for a very long time and retain characteristics that resemble of their fossil relatives. A couple of well-known examples of these lineages are the Tuatara of New Zealand (Sphenodon punctatus) and the Gingko tree (Gingko biloba).

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